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	<title>Museu Mineiro &#187; exibição de filmes / videos</title>
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		<title>Cine Parede &#8211; O Mineiro e o queijo de Helvécio Ratton &#8211; 23 /09 &#8211; Programação Noturno Nos Museus</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2016 15:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Museu Mineiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para celebrar a chegada da primavera o Museu Mineiro exibe o filme o &#8220;Mineiro e o Queijo&#8221; do cineasta Helvécio Ratton. O documentário político e poético, conta como a técnica de produção artesanal de queijo chegou a Minas no século XXVIII, trazida por portugueses em busca de ouro. Hoje, quase 30 mil famílias vivem da&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar a chegada da primavera o Museu Mineiro exibe o filme o &#8220;Mineiro e o Queijo&#8221; do cineasta Helvécio Ratton.<br />
O documentário político e poético, conta como a técnica de produção artesanal de queijo chegou a Minas no século XXVIII, trazida por portugueses em busca de ouro. Hoje, quase 30 mil famílias vivem da produção do queijo artesanal em todo o estado. O documentário coloca na tela as opiniões de produtores, pesquisadores e técnicos sobre o impasse em que está hoje o verdadeiro queijo minas.<br />
Convite os amigos! Traga a familia! Será uma noite muito agradável!</p>
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		<title>Cine Parede apresenta o filme : O Diplomata &#8211; 12 de maio &#8211; 19hs</title>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2016 18:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Museu Mineiro]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Filme O DIPLOMATA, inédito em circuito comercial, será lançado no Museu Mineiro. &#160; O Museu Mineiro (Circuito Liberdade) será palco, no próximo de dia 12 de maio (quinta-feira) da exibição do filme O DIPLOMATA, média metragem produzido pelos mineiros Flávia Barbalho, Fábio Carvalho e Isabel Lacerda. &#160; O documentário de 33 minutos, conta a história&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Filme O DIPLOMATA, inédito em circuito comercial, será lançado no Museu Mineiro.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Museu Mineiro (Circuito Liberdade) será palco, no próximo de dia 12 de maio (quinta-feira) da exibição do filme O DIPLOMATA, média metragem produzido pelos mineiros Flávia Barbalho, Fábio Carvalho e Isabel Lacerda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O documentário de 33 minutos, conta a história e a trajetória de Arnaldo Carrilho, abordando aspectos da vida e da carreira do embaixador, um dos grandes incentivadores do cinema brasileiro, sobretudo, o chamado Cinema Novo, movimento que renovou a estética audiovisual brasileira nos anos 1960, explorando os problemas sociais e exaltando a cultura brasileira. Militante do cinema brasileiro, Carrilho, promoveu, de forma direta, diretores como Glauber Rocha, considerado seu herdeiro cultural; Paulo Cézar Saraceni, Walter Lima Junior e Joaquim Pedro de Andrade.</p>
<p>O filme O Diplomata participou de vários festivais, com destaque para a 10ª Mostra de Cinema de Ouro Preto/ julho 2015; 37 Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana / Cuba / dezembro 2015; 1º Festival Cine Memória / BH / dezembro 2015; 10º Verão Arte Contemporânea/ BH / janeiro 2016</p>
<p>O evento tem entrada gratuita e contará com a presença dos diretores Fábio Carvalho e Isabel Lacerda.</p>
<p><strong> </strong><strong>O DIPLOMATA</strong></p>
<p>Enquanto servia à embaixada brasileira na cidade de Sydney, Austrália, o diplomata brasileiro Arnaldo Carrilho, homem pensador e dotado de profunda cultura, falecido no ano de 2013, fala sobre vários temas com destaque para o cinema, área com a qual se relacionou intimamente através do contato com os principais artífices do movimento cinema Novo no Brasil.</p>
<p><em>33 MIN. COR, BRASIL/AUSTRALIA, 2015 </em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Direção </strong>Fábio Carvalho / Isabel Lacerda<strong> / </strong>Flávia Barbalho</p>
<p><strong>Filmagem </strong>Média-metragem</p>
<p><strong>Categoria </strong>Documentário</p>
<p><strong>Coloração </strong>Cor</p>
<p><strong>Gravação </strong>Digital</p>
<p><strong>Duração </strong>33 minutos</p>
<p><strong>Ano de Produção </strong>2015</p>
<p><strong>Estado </strong>MG</p>
<p><strong>Reg. ANCINE </strong>B15-004640-00000</p>
<p><strong>Classificação indicativa </strong>Livre</p>
<p><strong>Janela </strong>1,66</p>
<p><strong>Som </strong>Stereo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Participações</strong></p>
<p>Arnaldo Carrilho</p>
<p>Flávia Barbalho</p>
<p>Karla Grunewald</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Produção Executiva </strong>Flávia Barbalho, Fábio Carvalho e Isabel Lacerda</p>
<p><strong>Roteiro </strong>Flávia Barbalho, Fábio Carvalho e Isabel Lacerda</p>
<p><strong>Fotografia </strong>Flávia Barbalho e Karla Grunewald</p>
<p><strong>Montagem </strong>Fábio Carvalho e Isabel Lacerda</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Exibições</strong></p>
<p>. CineOP &#8211; 10ª MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO / julho 2015</p>
<p>. 37 Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana / Cuba / dezembro 2015</p>
<p>. 1º Festival Cine Memória / BH / dezembro 2015</p>
<p><strong>. </strong>10º Verão Arte Contemporânea/ BH / janeiro 2016</p>
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		</item>
		<item>
		<title>NO MÊS DA MULHER TEM CINEMA NO MUSEU MINEIRO</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 19:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Museu Mineiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exibição de filmes / videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Museu Mineiro exibe no dia 17 de março, às 19 horas, o filme &#8220;As filhas do Vento”, do diretor Joel Zito Araújo. Com duração de 85 minutos , o filme “As filhas do Vento”, aborda temas pertinentes às mulheres de qualquer parte do mundo, mas numa pequena cidade do interior do Brasil os fantasmas da&#8230;]]></description>
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<p>Museu Mineiro exibe no dia 17 de março, às 19 horas, o filme &#8220;As filhas do Vento”, do diretor Joel Zito Araújo.</p>
<p>C<span class="text_exposed_show">om duração de 85 minutos , o filme “As filhas do Vento”, aborda temas pertinentes às mulheres de qualquer parte do mundo, mas numa pequena cidade do interior do Brasil os fantasmas da escravidão e do racismo afetam a vida das personagens de forma sutil. Em uma brilhante peça ficcional de cunho político e social, o diretor substitui os tradicionais papéis estereotipados, comumente interpretados por atores negros nas telenovelas brasileiras, por uma rica e multifacetada construção de personagens, mesmo quando habilmente emprega diversos recursos da dramaturgia da novela para se comunicar com grandes audiências.</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>O evento tem entrada gratuita e faz parte da programação do Circuito Liberdade em comemoração ao Mês da Mulher.</p>
<p>Participem!</p>
</div>
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		<title>Museu Mineiro recebe Festival Internacional de Vídeo Arte</title>
		<link>http://www.museumineiro.mg.gov.br/exibicao-de-filmes-videos/museu-mineiro-recebe-festival-internacional-de-video-arte/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2015 18:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Museu Mineiro]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[exibição de filmes / videos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Festival tem como proposta promover as produções videográficas de artistas que abordem a relação entre as novas tecnologias e a arte contemporânea, com uma especial incidência no manuseio dos equipamentos de  vídeo e ênfase no vídeo arte. Nas quintas feiras do mês de novembro (05, 12, 19 e 26), sempre às 20h, serão apresentados&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival tem como proposta promover as produções videográficas de artistas que abordem a relação entre as novas tecnologias e a arte contemporânea, com uma especial incidência no manuseio dos equipamentos de  vídeo e ênfase no vídeo arte.</p>
<p>Nas quintas feiras do mês de novembro (05, 12, 19 e 26), sempre às 20h, serão apresentados trabalhos de cineastas mineiros consagrados, bem como de grandes nomes de outros lugares do mundo.</p>
<p>Na primeira sessão (dia 5 / 11) , o público pode assistir aos filmes: 9Vembro (2015), de Carlos Magno Rodrigues; Dispositivo cinematográfico (2012), de Claudia Cardenas e Schlichting; Oceanne (2014), de Gabraz e Anne; Papagaios (2015), de Francisco Pereira; Hiatus (2011), de Felipe Barros; Sentimento Obscuro (2015), de  Raphael Minhoso, Renato Oliveira e Vagner Santos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Festival Timeline – Internacional de Vídeo Arte de Belo Horizonte</strong> tem entrada gratuita, com classificação indicativa de 16 anos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">PROGRAMAÇÃO:</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">05 DE NOVEMBRO </span></strong></p>
<p><strong>TIMELINE: BRASIL 1</strong></p>
<p><strong>9Vembro</strong> – Carlos Magno Rodrigues – 10´- 2015 | <strong>Dispositivo cinematográfico</strong> – Claudia Cardenas e Schlichting  &#8211; 5´38” – 2012 | <strong>Oceanne </strong>– Gabraz e Anne – 5´27” – 2014 | <strong>Papagaios</strong> – Francisco Pereira – 2´41”- 2015 | <strong>Hiatus</strong> – Felipe Barros – 11´00” – 2011 | <strong>Sentimento Obscuro</strong> &#8211; Raphael Minhoso, Renato Oliveira e Vagner Santos – 4´38” &#8211; 2015</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">12 DE NOVEMBRO</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TIMELINE: CINE AGUA</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Postal -</strong> Nelton Pellenz – 3´11”  &#8211; 2015 | <strong>Entrelinhas</strong> &#8211; Nelton Pellenz – 2´44” – 2008</p>
<p><strong>Tripulante </strong>- Dirnei Prates – 9´10” – 2007 | <strong>Abdução</strong> &#8211; Nelton Pellenz – 3´57”- 2014</p>
<p><strong>Netuno</strong> – Nelton Pellenz  &#8211; 2´59” – 2012 | <strong>Relógio </strong>- Dirnei Prates – 3´35” &#8211; 2005</p>
<p><strong>Alhures </strong> &#8211; Cine Água -1´14” – 2013 | <strong>Um tanto a leste deste mesmo lugar</strong> &#8211; Nelton Pellenz &#8211; 3&#8217;17&#8221; – 2011 | <strong>Ensimesmado </strong>- Dirnei Prates – 2´16” &#8211; 2012</p>
<p><strong>Sertão </strong>- Dirnei Prates – 2´ &#8211; 2007 | <strong>Livros</strong> &#8211; Dirnei Prates – 1´32” – 2007</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">19 DE NOVEMBRO</span></strong></p>
<p><strong>TIMELINE: BRASIL 2</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Vigilia</strong> &#8211; Larissa Monteiro – 3´- 2015 | <strong>Com muito amor</strong> &#8211; Marco Paulo Rolla – 9´23” – 2011| <strong>A Melhor Maneira De Se Conectar As Pessoas</strong>  &#8211; Éder Santos – 3´ &#8211; 2014 | Cuando tengo comida en mis manos &#8211; Paulo Nazareth – 7´12” &#8211; 2012</p>
<p><strong>O Novo Monumento</strong> – Luiz Roque – 5´30” – 2013 | <strong>Verde engano</strong> &#8211; Julia Baunfeld – 4´10” – 2013 |  <strong>9493 &#8211; Marcellvs L</strong> – 11´17” &#8211; 2011</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">26 DE NOVEMBRO</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TIMELINE : MÉXICO </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Seleção de curtas mexicanos com curadoria de Irving Dominguez ( Curador e investigador independente. Realizou estudos sobre a Historia da Fotografía, Metodologías para a Análise da Imagem ey Curadoria no Centro de la Imagen (CONACULTA), na Escuela Nacional de Antropología e Historia (INAH), e no Instituto de Investigação Dr. José María Luis Mora. Em 2010 realizou curadorias para o Centro Cultural San Carlos – Academia de San Carlos (ENAP – UNAM).  Atualmente coordena o projeto &#8220;Derivado&#8221;, proposta de interpretação de centros de documentação  com o acervo do Museo de Arte Carrillo Gil (INBA).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TIMELINE: BRASIL</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>9Vembro – Carlos Magno Rodrigues – 10´- 2015 &#8211; </strong>filme digital que estabelece com a apropriação iconográfica de imagens contraditórias entre o pensar religioso, a mera reprodução de um discurso vago e imagens desassociadas, fora de contexto, um fazer para além do pensar. &#8220;Porque temos que provar as coisas&#8221; esta é uma frase que permeia os pensamentos de tantos outros, &#8220;provar&#8221; em um sentido duplo, de experimentar, justificar, utiliza-se do artifício do discurso como instrumento de dominação diante aos temores da morte e a continuidade da vida. No âmbito da arte, a iconoclastia sempre será uma ação revolucionária desde que se conheça as fontes a serem experimentadas, reafirmadas ou re-contextualizadas, o amor assim como a morte, são faces e atos sem uma necessária compreensão mesmo que sirvam de estandartes e pretextos para dominação ideológica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dispositivo cinematográfico – Claudia Cardenas e Schlichting  &#8211; 5´38” &#8211; 2012</strong></p>
<p>Entre imagens, entre lugares de um discurso amoroso sobre o fazer artístico a partir da matéria que nos concerne: natureza, transparência, opacidade, entrega, captura e sedução das imagens. Beleza. Revelar o Dispositivo Cinematográfico como meio de chegar à beleza das imagens. Na continuidade e descontinuidade das imagens cortadas pelas lâminas se inscreve uma potência corpórea e humana. Fazer cinema, imagem e movimento como um processo pictórico delicado e entregue ao risco.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Oceanne </strong>– Gabraz e Anne – 5´27” – 2014  &#8211; ser e o nada</p>
<p><strong>Papagaios – </strong>Francisco Pereira – 2´41”- 2015 &#8211; Uma realidade ou várias. Uma tarde ou um momento. Uma nostalgia persistente. Sobre um encontro com a sinceridade simples e plena ao olharmos para os lados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Hiatus </strong>– Felipe Barros – 11´00”  &#8211; 2011 &#8211; &#8220;Fenda, abertura, solução ou interrupção de continuidade em um corpo. Falta, intervalo, lacuna.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sentimento Obscuro</strong> &#8211; Raphael Minhoso, Renato Oliveira e Vagner Santos – 4´38” – 2015 &#8211; Sentimento obscuro trás o mundo oculto que se constrói a cada sentimento emergido de cada um de nós. Dor, confusão, desilusão são alguns desses sentimentos que  podem ser retratados de diferentes maneiras para cada um. Seus antônimos se diluem em cada sensação se misturando mostrando o quão verossímil são esses sentimentos .</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TIMELINE: CINE ÁGUA</strong></p>
<p>O Cine Água, coletivo formado pelos artistas Dirnei Prates e Nelton Pellenz, discute em seus trabalhos os cruzamentos entre cinema e artes plásticas, utilizando a água como o elemento condutor de uma série de ideias a respeito de deslocamento, tempo e memória. Nos trabalhos do coletivo, o cotidiano é reapresentado de uma forma muito particular, incorporando elementos que desaceleram o olhar do espectador,  num convite direto à pausa, à contemplação e à delicadeza em tempos de urgências virtuais. Estão presentes nos filmes, entre outras coisas, as relações com um tempo dilatado, na tentativa de retirar das obras as noções de imediatismo e assimilação rápida, a utilização da câmera parada, com a intenção de apreender o olhar e provocar a imersão dos sentidos do observador e os planos-seqüência, com a intenção de reforçar um aspecto próprio da natureza, como algo contínuo, em constante movimento e transformação. Juntos desde 2006, os artistas já participaram individualmente de diversos salões de arte, mostras de cinema e exposições nacionais e internacionais. Vivem e trabalham e Porto Alegre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Postal</strong> &#8211; Nelton Pellenz – 3´11”  &#8211; 2015 &#8211; &#8230;terça ou quarta&#8230;podendo, te mando antes!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entrelinhas</strong> &#8211; Nelton Pellenz – 2´44” – 2008 &#8211; Entre as linhas, as entrelinhas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tripulante</strong> &#8211; Dirnei Prates – 9´10” – 2007 &#8211; Memórias, citações e alegorias num momento de despedida</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Abdução</strong> &#8211; Nelton Pellenz – 3´57”- 2014 &#8211; No frenesi desta &#8216;viagem&#8217;, misturam-se sensações de alegria, medo, apreensão e euforia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Netuno</strong> – 2´59” – 2012 &#8211; Omar e sua imperturbável calma netuniana.</p>
<p><strong>Relógio</strong> &#8211; Dirnei Prates – 3´35” – 2005 &#8211; Um cronômetro de ações, lapsos e memórias.</p>
<p><strong>Alhures</strong>  &#8211; Dirnei Prates -1´14” – 2013 &#8211; o mar como pano de fundo</p>
<p><strong>Um tanto a leste deste mesmo lugar</strong> &#8211; Nelton Pellenz &#8211; 3&#8217;17&#8221; – 2011 &#8211;</p>
<p>Por entre as casas de um vilarejo praiano, a visão alcança os movimentos densos e ansiosos do mar, onde uma embarcação põe-se a debater em busca da liberdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ensimesmado </strong>- Dirnei Prates – 2´16” – 2012 &#8211; Sempre a fazer teus castelos de areia.</p>
<p><strong>Sertão </strong>- Dirnei Prates – 2´ &#8211; 2007 &#8211; Apropriação de cenas do filme Beijo Ardente, de Henry King &#8211; 1926.</p>
<p><strong>Livros</strong> &#8211; Dirnei Prates – 1´32” – 2007 &#8211; O amor tátil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Timor Mortis Contubart mea</strong> &#8211; Dirnei Prates – 6´46” – 2005 &#8211; &#8220;Timor mortis conturbat me&#8221;. O título deriva de uma frase em latin cujo sentido é &#8220;o medo da morte me confunde&#8221;. O filme se assemelha a um devaneio em um dia na praia, construído com 30 fragmentos captados por diferentes tipos de câmera, incluíndo webcam, celular e máquina digital.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TIMELINE: BRASIL 2 </strong></p>
<p><strong>Vigilia </strong>- Larissa Monteiro – 3´- 2015 &#8211; Há uma ponte que liga o estado da vigília e o estado do sono profundo. Nessa ponte, o sonho se confunde com o dia. Nesse mundo, dia se integra com a noite.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com muito amor</strong> &#8211; Marco Paulo Rolla – 9´23” – 2011 &#8211; O amor e o espaço entre dois existe muito mais Evocando os trabalhos de procelana &#8220;Oráculo&#8221;de 1999. Este filme vem evidenciar a fragilidade entre o indivíduo e os relacionamentos através da transmutação de uma ruptura. O espaço entre dois.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual a Melhor Maneira De Se Conectar As Pessoas</strong>  &#8211; Éder Santos – 3´ &#8211; 2014 &#8211;</p>
<p>Um objeto: uma BOLA ou 2 ou 3&#8230;. Uma vez 2 Xs 3 ou 4 Xs. O Cão busca e traz de volta a bolinha&#8230;. Há sempre uma maneira diferente de se conectar às pessoas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Cuando tengo comida en mis manos</strong> &#8211; Paulo Nazareth – 7´12” – 2012 &#8211; Quando tenho comida em minhas mãos.</p>
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<p><strong>O Novo Monumento</strong> – Luiz Roque – 5´30” – 2013 &#8211; 16mm transferido para vídeo. Coproduzido por Instituto Itaú Cultural (São Paulo) &amp; JA.CA (Belo Horizonte).</p>
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<p><strong>Verde engano</strong> &#8211; Julia Baunfeld – 4´10” – 2013 &#8211; Filmado em vídeo VHS por um Policial Militar nos anos 80, o vídeo &#8220;verde engano&#8221; mostra o ponto de vista do voo de helicóptero de policiais sobre a cidade de Belo Horizonte. O vídeo foi apresentado em uma televisão da mesma década em que foi realizado e exposto na Galeria de arte da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais em agosto de 2013.</p>
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<p><strong>9493 &#8211; Marcellvs L – 11´17” – 2011 &#8211; </strong>Sobre um encontro com a sinceridade simples e plena ao olharmos para os lados. Separado da intempérie pelas paredes de tecido de uma barraca de acampamento – cujo interior remete à caverna, aos ocos do corpo, ao circo –, um menino joga um game. A música do jogo é hipnótica, tecnológica; o rugido do vento, que ameaça permanentemente o arranjo, intermitente. Partindo de uma situação banal, e sem mover a câmera, o artista revela a forma como se sobrepõem, sem atrito, duas situações de indiferença: da natureza em relação ao homem e do homem em relação à realidade compartilhada e estabelecida.</p>
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<p><strong><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:</span></strong></p>
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<p><strong>TIMELINE – Festival Internacional de Vídeo Arte de Belo Horizonte</strong></p>
<p><strong>Local: </strong>Museu Mineiro</p>
<p><strong>Data: </strong>05 , 12 , 19 e 26 de novembro</p>
<p><strong>Entrada franca.</strong></p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa – Angelina Gonçalves – (31) 3269-1109 | 98876-8987</strong></p>
<p><strong>Produtores do Festival</strong>: Joacélio Batista (31) 997255944 | Sávio Leite (31) 99804 5253</p>
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