Museu Mineiro
Bate papo com o artista Mário Ramiro

Bate papo com o artista Mário Ramiro

Com curadoria de Brígida Campbell a mostra “Arte para uma cidade sensível”  em exibição na Galeria de Exposições Temporárias do Museu Mineiro até o dia 26 de novembro de 2017, conta com a participação de 18 artistas e coletivos de diversas partes do país e  apresenta  um panorama da arte realizada no espaço público brasileiro nos últimos anos , além de registros de intervenções, instalações e vídeos. Além da exposição, faz parte da programação, uma série de encontros  e palestras com artistas e profissionais do campo das artes visuais.

No dia 26 de outubro, às 19 horas, acontece o Bate papo com o artista Mário Ramiro que vai trazer para as discussões o papel da arte no imaginário da cidade e na formação da sensibilidade urbana.

Mario Ramiro – é artista multimídia, formado pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Foi integrante do grupo de  intervenções urbanas 3NÓS3 e participante do movimento da arte e tecnologia no Brasil nos anos oitenta. O conjunto de sua obra inclui a criação de intervenções urbanas, redes telecomunicativas, esculturas, instalações ambientais, fotografia e arte sonora. Participou também dos coletivos Autopsi, Hostilzinhos, Os Macaco e Snervo. É mestre em fotografia e novas mídias pela Escola Superior de Arte e Mídia de Colônia, na Alemanha, e doutor em artes visuais pela Universidade de São Paulo. Trabalha atualmente como professor do Depto. de Artes Visuais e do programa de Pós-graduação da Escola de Comunicações e Artes da USP.

SERVIÇO

Bate papo com o artista Mário Ramiro

Horário: 19h

Local – ÁGORA – Museu Mineiro

Entrada Gratuita

Bate papo com a artista Louise Ganz

Bate papo com a artista Louise Ganz

O Museu Mineiro recebe a  artista Louise Ganz  para um  bate papo, atividade  que integra a programação da exposição temporária “Arte para uma cidade sensível” em exibição na Galeria de Exposições Temporária do Museu Mineiro até o dia  até 23 de novembro de 2017.

O bate-papo tem tem entrada gratuita e acontece às 19 horas, no ÁGORA do Museu Mineiro.

Louise Ganz – é artista e arquiteta, tem doutorado pela UFRJ e mestrado pela EBA-UFMG. Desde 2002 trabalha com intervenções coletivas no espaço urbano, repensando o público e o privado. Criou os projetos Perpendicular Hotel Bragança (2002); Amnésias Topográficas (2002/parceria CarlosTeixeira); Lotes Vagos (2005). Em 2003 ganhou o 1º. Prêmio E2: Exploring the Urban Condition – França; em 2004 participou da 9º Biennale di Venezia – Mostra Internazionale d’Architettura, com Teixeira; em 2006 dirigiu documentário M2- construindo espaços públicos temporários (DOCTV3) com Ines Linke; em 2007 apresentou Lotes Vagos no Holcim Forum for Sustainable Construction – Urban Transformation / Shangai e dirigiu vídeo Banquetes (prêmio Petrobrás para curtas em mídias digitais) com Breno Silva, realizando almoços coletivos em espaços públicos. Em 2008 realizam juntos o Conexão Artes Visuais – Lotes Vagos, em Fortaleza. Junto com a Inês Linke forma a dupla Thislandyourland.

SERVIÇO

Bate papo com a Artista Louise Ganz

Dia: 19 de outubro de 2017 (quinta-feira)

Horário: 19 horas

Local: Ágora do Museu Mineiro

 

9+2 Musas para um Museu

9+2 Musas para um Museu

Museu Mineiro e o Departamento de Filosofia da UFMG  promovem o curso 9+2 Musas para um Museu. Neste curso serão abordadas as artes com as quais as Musas estavam associadas e de sua ligação com a ideia de Museu, bem como o estado atual dessas artes e dos espaços educativos.

Durante os encontros que acontecerão todas as quintas-feiras durante os meses de agosto, setembro e outubro, além das 9 musas tradicionais, serão abordadas outras duas. A décima Musa é a da sétima arte – o cinema –, daí ser ela nomeada em homenagem a Apolo, deus da luz (nos sentidos literal e metafórico). A décima primeira é a da Filosofia, que tem, aqui, a função platônica de articular o diálogo entre as outras dez (formando um time de 11 membros, mas que joga apenas consigo mesmo), sem se destacar como figura individualizada.

Programação

 Agosto

10 – Érato: Poesia amorosa, Jacyntho L. Brandão (Letras-UFMG)
17 – Apolínia: Cinema, Martin M. Winkler (Classics-George Mason University), com tradução.
24 – Tália: Comédia, Tereza Virgínia R. Barbosa (Letras-UFMG)
31 – Polímnia: Hinos sagrados, Yiannis Petropoulos (Classics-Democritus University of Thrace) em português
Setembro
14 – Melpômene: Tragédia, Francisco Marshall (História-UFRGS)
21 – Clio: História, Rafael Scopacasa (História-UFMG)
28 – Euterpe: Poesia lírica, Sérgio Alcides (Letras-UFMG)
Outubro

05 – Urânia: Astronomia, Renato  Las Casas (Física-UFMG)
19 – Terpsícore: Dança, Mônica Ribeiro (Belas Artes-UFMG)
26 – Calíope: Poesia épica, Antônio Orlando Lopes (Letras-UFMG)

Os encontros serão sempre às quintas-feiras, de 19h às 20h30, na sala de reuniões do Museu Mineiro. São palestras/exposições (de aproximadamente 40 min.) de caráter introdutório, mas nem por isso simplista. Haverá uma breve apresentação do convidado e da musa do dia, seguida da palestra e conversa entre os participantes e expositor.

Promoção:  Museu Mineiro e Departamento de Filosofia da UFMG

Organização: Profa. Dra. Maria Cecília de M. N. Coelho (Filosofia/UFMG) Bolsistas de Iniciação Científica e Mestrado, do Departamento de Filosofia da UFMG

Público alvo: Professores, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação e demais interessados em Filosofia, Teatro, Letras Clássicas, Historia, Direito, Ciências Políticas, Comunicação Social e Belas Artes.

Informações: (31) 3269-1109

 

 

Palestra de abertura – Pessoas, objetos e instituições: as tramas patrimoniais – hoje 21/09 – 16 às 18h

Palestra de abertura – Pessoas, objetos e instituições: as tramas patrimoniais – hoje 21/09 – 16 às 18h

21 / 09 – 16h às 18h – Palestra de abertura – Pessoas, objetos e instituições: as tramas patrimoniais.

Palestrante – Adebal de Andrade Júnior. Doutorando em Antropologia Cultural pelo IFCS/UFRJ e mestre em Ciências Sociais pela PUC Minas. Foi consultor da UNESCO e gestor cultural. Publicou diversos artigos sobre o tema do patrimônio cultural e atualmente é pesquisador do Laboratório de Antropologia da Arquitetura e Espaços – LAARES, vinculado ao PPGSA/IFCS/UFRJ.

A palestra vai abrir os 4 encontros do curso Diálogos Possíveis:

O curso Diálogos possíveis: uma abordagem interdisciplinar para lidar com patrimônios culturais,
pretende problematizar o tema do patrimônio cultural, apresentando vários enfoques usados para abordar essa categoria em trabalhos acadêmicos ou profissionais. Em cada um dos quatro encontros que compõem o curso, convidados apresentarão seu trabalho no campo do patrimônio, possibilitando o diálogo entre diferentes abordagens e estimulando o debate. Patrimônios são elementos de múltiplas dimensões, quais sejam: a jurídica, a social, a política, a econômica, a religiosa, a educativa, a histórica entre outras. O indivíduo é o ponto central nesse emaranhado de faces coligadas que constitui os patrimônios. Portanto, o curso vai explorar as especificidades de cada um desses aspectos, mas sem perder de vista a forma como ocorre a interação entre esses campos, produzindo tensões, ambiguidades, conflitos, esquecimentos e memórias. O objetivo é possibilitar aos participantes desenvolver práticas criativas para lidar com patrimônios.

O curso será realizado em cinco momentos, uma palestra de abertura e de 4 encontros de 4 horas, distribuídos da seguinte forma:

21 / 09 – 16h às 18h – Palestra de abertura – Pessoas, objetos e instituições: as tramas patrimoniais.

Palestrante – Adebal de Andrade Júnior. Doutorando em Antropologia Cultural pelo IFCS/UFRJ e mestre em Ciências Sociais pela PUC Minas. Foi consultor da UNESCO e gestor cultural. Publicou diversos artigos sobre o tema do patrimônio cultural e atualmente é pesquisador do Laboratório de Antropologia da Arquitetura e Espaços – LAARES, vinculado ao PPGSA/IFCS/UFRJ.

26/09 – 14h às 18h – Políticas Públicas e Educação

Sara Aredes – Historiadora e Mestre em Ciências Sociais, Consultora em ICMS Patrimônio Cultural, Legislação, processos de Inventário, Tombamento e Registro.
Isabela Tavares Guerra – Licenciada em história, especialista em história da cultura e da arte, ambos pela UFMG, e mestre em patrimônio cultural, paisagens e cidadania pela UFV.

03/10 – 14h às 18h – Arquitetura e Urbanismo

Karine de Arimateia – mestre em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável pela UFMG e doutoranda em Arquitetura pela UFRJ.
Kátia Salvo – Graduada em História e Pós-Graduada em Restauro de bens culturais móveis pela UFMG. Atua como conservadora / restauradora de acervos documentais e obras de arte.

10/10 – 14h às 18h – História e Geografia

Isabela Oliveira – Mestre em Geografia e doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da PUC Minas na linha de Pesquisa Geografia Cultural e Meio Ambiente.
Denis Pereira Tavares – Doutor em História Social da Cultura pela UFMG. Desde a Graduação em História, vem se dedicando ao estudo do campo do patrimônio.

17/10 – 14h às 18h – Memória Social e Antropologia

Carolina Dellamore – Doutoranda em História pela UFMG e mestre em Memória Social pela UniRio. Atualmente é pesquisadora do Núcleo de História Oral da Fafich / UFMG.
Adebal de Andrade Júnior – Doutorando em Antropologia pela UFRJ e mestre em Ciências Sociais pela PUC Minas. Atualmente é pesquisador do LAARES.

Número de Vagas – 50 –  INSCRIÇÕES ENCERRADAS !!!

Shakespeare e Cultura Popular na América Latina são temas de palestra no Museu Mineiro – 26 de abril às 19hs – Palestrante convidada: Aimara da Cunha Resende

Shakespeare e Cultura Popular na América Latina são temas de palestra no Museu Mineiro – 26 de abril às 19hs – Palestrante convidada: Aimara da Cunha Resende

Shakespeare e Cultura Popular na América Latina são temas de palestra no Museu Mineiro

 

Dando prosseguimento à programação em homenagem aos 400 anos de morte de William Shakespeare, o Museu Mineiro (Circuito Liberdade) promove, no dia 26 de abril (terça-feira), às 19 horas, a palestra Shakespeare e Cultura Popular na América Latina: o ‘Bardo’ Apropriado por Nova Mídia em Novos Tempos, em Nosso Continente, ministrada pela Professora Aimara Resende, fundadora do Centro de Estudos Shakespeareanos.

 

O encontro será realizado no jardim do museu e abordará algumas apropriações culturais de peças de Shakespeare realizadas no cinema, na televisão e nos quadrinhos, na Argentina, no México e no Brasil. Serão discutidos o processo de aculturação e quais os recursos característicos de cada meio utilizados para as adaptações das obras do escritor inglês.

 

Através de leituras de cenas do texto fonte e de apresentações das mesmas cenas nos produtos apropriadores, serão analisados os meandros seguidos para as trocas culturais e identidades nacionais, com ênfase no “Shakespeare brasileiro”.

 

Usando ilustrações, a palestra vai abordar também as formas de inserção das peças Romeu e Julieta e Otelo na América Latina (Argentina, México e Brasil), em seu trânsito pelas culturas nacionais nas quais se dão as apropriações, discutindo as transformações pelas quais passam o texto fonte até chegar, apropriado, a participar da expressão cultural dos países onde se deram as adaptações.

 

Serão discutidas as peças: Romeu e Julieta, em uma produção teatral reconstruída através do tango, na Argentina; Otelo, em duas produções: uma em filme, no México, voltada para a dança “Huapango”; e uma em “Série Especial” da TV Globo, no Brasil, alavancada em elementos característicos da cultura brasileira, como carnaval e macumba.

 

O evento faz parte das atividades em homenagem aos 400 anos de morte de William Shakespeare, promovidas pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC), Superintendência de Museus e Artes Visuais (SUMAV) e Centro de Estudos Shakespeareanos (CESh), e que serão realizadas  durante o 1º semestre de 2016, todos com entrada gratuita.

 

SOBRE A PALESTRANTE

 

Aimara da Cunha Resende é fundadora do Centro de Estudos Shakespeareanos. Professora aposentada da PUC Minas e UFMG. Doutora em Literatura Comparada pela USP em 1988, com a tese “DO OUTRO LADO DO MURO: um estudo da desrazão em O REI LEAR, de Shakespeare e O IDIOTA, de Dostoiévski”. Mestre em Inglês pela UFMG em 1983, com a dissertação “JOURNEY THROUGH LIGHT AND DARKNESS: a study of duplication in Shakespeare”

Autora de vários artigos sobre Shakespeare no Brasil e no exterior, e “associate Editor” do Cambridge Guide to the Worlds of Shakespeare” a ser lançado pelo Cambridge University Press em marco de 2016 pela Editora Geral do elo CESh / Tessitura.

 

 

Palestra Shakespeare e artes plásticas: o caso de A Tempestade, ministrada por Solange Ribeiro de Oliveira – 15 de Abril às 19hs

Palestra Shakespeare e artes plásticas: o caso de A Tempestade, ministrada por Solange Ribeiro de Oliveira – 15 de Abril às 19hs

Você é nosso convidado para participar no próximo dia 15 de abril, sexta-feira, da  palestra Shakespeare e artes plásticas: o caso de A Tempestade, ministrada por Solange Ribeiro de Oliveira, professora Emérita da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro do Centro de Estudos Shakespeareanos.

 

O encontro será realizado na Sala das Colunas do museu e abordará a variedade de interpretações sobre a influência de Shakespeare nas diversas expressões culturais, evidenciada pelos trabalhos de artistas de diferentes períodos históricos. A diversidade de leituras será  tratada  como um dos fatores que, através dos tempos, vem assegurando a sobrevivência da obra shakespeariana.

 

O evento faz parte das atividades em homenagem aos 400 anos de morte de William Shakespeare, promovidas pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC), Superintendência de Museus e Artes Visuais (SUMAV) e Centro de Estudos Shakespeareanos (CESh), e que serão realizadas  durante o 1º semestre de 2016.

 

A participação na palestra é gratuita e está sujeita à lotação do espaço. Informações pelo telefone (31) 3269-1103.

 

Encontro Com o Pesquisador   Memória das Artes Visuais em Belo Horizonte

Encontro Com o Pesquisador Memória das Artes Visuais em Belo Horizonte

Você é nosso convidado para participar do  Encontro com o Pesquisador com a presença de Nelyane Santos (Doutoranda) e Gisele Guedes (Mestranda) integrantes do Grupo de Pesquisa Memória das Artes Visuais dos Acervos de Belo Horizonte do Departamento de Artes Plásticas da EBA-UFMG

 

Neste encontro as pesquisadoras Nelyane Santos e Gisele Guedes irão abordar: a Memória das Artes Visuais em Belo Horizonte – composição e perspectivas de trabalho do grupo de pesquisa em história da arte que versam sobre os acervos em Belo Horizonte; os Salões de Arte de Belo Horizonte; Apresentação da pesquisa e o enfoque atual; Abordagem à obra de Décio Noviello e o percurso de obras tridimensionais em Belo Horizonte.

 

O projeto Encontro com o Pesquisador foi criado pelo Museu Mineiro, com o objetivo de estimular a pesquisa e aproximar a comunidade acadêmica do Museu e seus públicos.  Neste projeto, os pesquisadores poderão participar de duas maneiras: apresentando suas pesquisas ou pesquisando o acervo e conteúdos do Museu Mineiro.

 

SOBRE O GRUPO DE PESQUISA

 

O Grupo de Pesquisa Memória das Artes Visuais dos Acervos de Belo Horizonte do Departamento de Artes Plásticas da EBA-UFMG, liderado pelo Professor Doutor Rodrigo Vivas, tem como base a discussão das teorias e métodos da História da Arte, assim como a análise de obras artísticas pertencentes aos acervos mineiros: Museu Histórico Abílio Barreto, Museu Mineiro e Museu de Arte da Pampulha comparativamente a outros acervos brasileiros e internacionais. As pesquisas contemplam o estudo de obras individuais do ponto de vista da História da Arte e a reconstituição do cenário artístico a partir do levantamento de salões, exposições de arte e críticas veiculadas em meios de comunicação.

 

palestra “Shakespeare e Cultura Popular na América Latina: o ‘Bardo’ Apropriado por Nova Mídia em Novos Tempos, em Nosso Continente” – 15 de março às 19 horas

palestra “Shakespeare e Cultura Popular na América Latina: o ‘Bardo’ Apropriado por Nova Mídia em Novos Tempos, em Nosso Continente” – 15 de março às 19 horas

Shakespeare e Cultura Popular na América Latina são temas de palestra no Museu Mineiro

 

Dando prosseguimento à programação em homenagem aos 400 anos de morte de William Shakespeare, o Museu Mineiro (Circuito Liberdade) promove, no dia 15 de março (terça-feira), às 19 horas, a palestra “Shakespeare e Cultura Popular na América Latina: o ‘Bardo’ Apropriado por Nova Mídia em Novos Tempos, em Nosso Continente”, ministrada pela Professora Aimara Resende, fundadora do Centro de Estudos Shakespeareanos.

 

O encontro será realizado na Sala das Colunas do museu e abordará algumas apropriações culturais de peças de Shakespeare realizadas no cinema, na televisão e nos quadrinhos, na Argentina, no México e no Brasil. Serão discutidos o processo de aculturação e quais os recursos característicos de cada meio utilizados para as adaptações das obras do escritor inglês.

 

A Professora Aimara explica o fenômeno Shakespeare. “A princípio, o escritor produzia para os palcos da Inglaterra e dos países de língua inglesa, para depois se tornar o maior dramaturgo do mundo ocidental, um ícone da cultura mundial, atingindo, na era do capital, o status de “commodity”, com enorme valor de mercado. Tal status faz com que Shakespeare ultrapasse barreiras temporais, geográficas e políticas, estabelecendo-se como ícone de valor em áreas além do teatro. Assim, em plenos séculos XX e XXI, Shakespeare torna-se elemento de valor cultural em áreas como publicidade, quadrinhos, música pop, mangá, televisão e cinema”.

 

O evento faz parte das atividades em homenagem aos 400 anos de morte de William Shakespeare, promovidas pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC), Superintendência de Museus e Artes Visuais (SUMAV) e Centro de Estudos Shakespeareanos (CESh), e que serão realizadas  durante o 1º semestre de 2016.

 

A participação na palestra é gratuita e está sujeita à lotação do espaço. Informações pelo telefone (31) 3269-1103.

 

Acompanhe a programação do evento William Shakespeare, 400 Anos depois em:  www.cultura.mg.gov.br .

 

 

SOBRE A PALESTRANTE

 

Aimara da Cunha Resende é fundadora do Centro de Estudos Shakespeareanos. Professora aposentada da PUC Minas e UFMG. Doutora em Literatura Comparada pela USP em 1988, com a tese “DO OUTRO LADO DO MURO: um estudo da desrazão em O REI LEAR, de Shakespeare e O IDIOTA, de Dostoiévski”. Mestre em Inglês pela UFMG em 1983, com a dissertação “JOURNEY THROUGH LIGHT AND DARKNESS: a study of duplication in Shakespeare”

Autora de vários artigos sobre Shakespeare no Brasil e no exterior, e “associate Editor” do Cambridge Guide to the Worlds of Shakespeare” a ser lançado pelo Cambridge University Press em marco de 2016 pela Editora Geral do elo CESh / Tessitura.

 

9° Primavera dos Museus – Programação Museu Mineiro

9° Primavera dos Museus – Programação Museu Mineiro

 

A partir do tema Proposto pelo Ibram: “Museus e Memórias indígenas”, da 9° Primavera dos Museus, o Museu Mineiro convida a comunidade para discutir e refletir sobre o tema além de desfrutar de uma intensa programação. Os convidados são indígenas da Aldeia Geru Tucunã Pataxó de Açucena de Minas Gerais, tendo como líder o Cacique Baiara, assim como os pesquisadores Célia Xakriabá, Mario Geraldo Fonseca, Pedro Portella e Ramiro Queiroz. Confira a programação abaixo: 

Programação

Local: Museu Mineiro

Evento aberto ao público. Não necessita inscrição. Classificação Livre.

Quinta Feira – 24/09

19h às 21hEXIBIÇÃO – Filmes “Casca do Chão” e “Presente dos Antigos” – Sessão comentada por Pedro Portella.

Traga sua canga, toalha e/ou almofada para sessão que será realizada no gramado entre o Museu Mineiro e o Arquivo Público Mineiro.

Sexta-Feira – 25/09

14h às 18h – INTERVENÇÃO – Feira de artesanato indígena da Aldeia Geru Tucunã Pataxó.

15h às 16h – AÇÃO EDUCATIVA – Visita mediada com estudantes – Participantes: Indígenas da Aldeia Geru Tucunã Pataxó e mediadores do museu.  (Necessita agendamento prévio)

15h às 18h – ATIVIDADE – Pintura Corporal Típica dos índios da Aldeia Geru Tucunã Pataxó.

Sábado – 26/09

14h às 17h – INTERVENÇÃO – Feira de artesanato indígena da Aldeia Geru Tucunã Pataxó.

15h às 17h – ATIVIDADE – Pintura Corporal Típica dos índios da Aldeia Geru Tucunã Pataxó.

16h às 17h – INTERVENÇÃO – Dança típica dos índios da Aldeia Geru Tucunã Pataxó.

17h às 19h – RODA DE CONVERSA – Convidados: Cacique Baiara, Pedro Portella, Célia Xakriabá, Ramiro Queiroz e Mário Geraldo Fonseca.

Mais Informações:

Sinopse dos Filmes:


Casca do Chão (49’23”)

O documentário Caxixó “Casca do Chão” foi produzido nas Oficinas de Cinema Documentário do Curso de Formação Intercultural de EducadoresIndígenas da UFMG. Os alunos que cursam estas oficinas aprendem os princípios básicos de captação de imagens, construção de narrativa eedição. Jaciara e Glaysson Caxixó, neste, que é o primeiro filme produzido durante o curso, acompanharam alguns dias da vida do cacique Djalma Caxixó, que mostrou lugares e fragmentos de seus ancestrais, chamados por ele de “povo da morada do chão”. Nas andanças promovidas pelo ancião, os dois jovens cineastas também aprenderam o verdadeiro significado do “encantamento”, que ao contrário da “filmação”, só é captado na escuridão da Lapa, sob o domínio de Jaci, o deus dos Caxixó.

 

Presente dos Antigos (49’19”):   

A busca por um traço, um vestígio, um rastro ancestral. Depois de muitos conflitos por posse de terra na região e grandes perdas em relação às suas práticas tradicionais, os Xacriabá revitalizam, pelas imagens, sua cultura e, em especial, sua pintura corporal. Durante uma oficina de cinema documentário, eles registram os desenhos de antepassados nas cavernas e vivenciam o processo de realização de um filme, ao mesmo tempo em que reforçam a construção de sua identidade.

Direção: José Reis e Ranison Xacriabá
Fotografia: João, José Reis, Reginaldo e Ranison Xacriabá.
Imagens adicionais: Beto Magalhães, Pedro Portella e Rafael Fares.
Montagem: José Reis, Reginaldo e Ranison Xacriabá.
Produção: Cinco em Ponto
Coordenação das oficinas: Pedro Portella e Rafael Fares.

Currículos dos convidados:

Cacique Baiara: - O Cacique Baiara da tribo Pataxó da Aldeia Geru Tucunã Pataxó de Açucena-MG é representante do colegiado da formação intercultural dos educadores indígenas da UFMG, além de ser professor na aldeia sobre uso de território e cultura Pataxó.

Célia Xakriabá: Formada em Ciências Sociais e Humanidades pela UFMG, com especialização em formação Intercultural para Educadores Indígenas Membro da COMIL- Comissão das Mulheres indígenas do leste e Espírito Santo. Servidora da Secretaria de Estado da Educação (MG). Atua na Superintendência de Modalidades e Temáticas Especiais. Diretoria de Temáticas Especiais e Coordenação da Educação Escolar Indígena. 

Mario Geraldo Fonseca: Pesquisador da cultura indígena. Atualmente desenvolve seu pós-doutorado em literatura comparada, que consiste na construção de uma cartilha para ajudar educadores de escolas públicas no ensino e aprendizagem da cultura indígena. Coordena o projeto CRIA. Atividades e Saberes, que consiste em oficinas, palestras, rodas de conversa, cursos, etc a partir do tema da criatividade na relação com cultura, arte, educação, educação ambiental e antropologia.

Pedro Portella: Antropólogo, diretor, fotógrafo e editor de documentários. Dirigiu “Memórias e Improvisos de um Tipógrafo Partideiro” (2007), selecionado pela TV Brasil para a série Melhores DocTV.  Coordenou as oficinas de audiovisual no curso de Formação Intercultural Indígena da UFMG, com os Xacriabá, Pataxó e Caxixó (2004-08). Na ONG Vídeo nas Aldeias coordenou  oficinas de vídeo para os povos Yanomami (Roraima), Tukano, Baniwa, Tariana, Baré, Dessana (Amazonas), Marubo, Arara, Puyanawa, Kuntanawa e Katukina (Acre) (2006-2010). Ministrou as oficinas de cinema do projeto “Kotiria ya Bahsa – registro das danças tradicionais dos Kotiria”, pelo Programa Demonstrativo dos Povos Indígenas (PDPI) (2007-13). Dirigiu as oficinas de cinema documentário para os Wayana, Teko (Guiana Francesa) e Kaliña (Suriname) em uma parceria entre o Vídeo nas Aldeias, a ADER e os Studios de la Vanne (França) (2011-12). Ministrou oficinas de Audiovisual no Observatório da Educação Escolar Indígena da FAE-UFMG para os Yanomami e Yekuana (2013-14). Trabalhou como consultor especializado em audiovisual indígena para a UNESCO (2013-14). É membro da Associação Filmes de Quintal na qual, além de trabalhar há mais de uma década no festival Forumdoc.bh, atualmente é coordenador de campo das oficinas de audiovisual e produção de vídeo-documentário para o apoio à salvaguarda do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro realizadas em parceria com o IPHAN-AM. 

Ramiro Queiroz: Estudante de Antropologia Social, na área de etnologia, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGAN-UFMG). Analisa atualmente o Museu Magüta, tanto internamente quanto nas relações entre grupos (facções). Criado e gerenciado por lideranças da etnia Ticuna, localizada em municípios da fronteira Brasil, Colômbia e Perú, principalmente no estado do Amazonas. O trabalho trata de aspectos de Resistência no museu, formulação da memória indígena, conflitos internos entre facções indígenas e reflexões entre uma museologia clássica e uma museologia social.

Informações:

3269 11 03 / museumineiro@cultura.mg.gov.br

Festival de Teatro em Miniatura –  27 de junho

Festival de Teatro em Miniatura – 27 de junho

FESTIM

PROGRAMAÇÃO – MUSEU MINEIRO
27 DE JUNHO [ SÁBADO ]

MOSTRA DE TEATRO EM MINIATURA – [ 08 espetáculos convidados ]

COTIDIANO – Maikon Rangel / Grupo Girino
O espetáculo “Cotidiano”, apresenta os devaneios de um jovem enquanto espera por seu amigo. Inspirado na poesia concreta, a palavras surgem e dançam construindo e se desconstruindo como em uma brincadeira de criança, a trilha sonora idealizada para o espetáculo é outro elemento importante, é ela quem da o gatilho que transporta o espectador para junto do personagem em sua viagem onírica.
Ficha Técnica: Criação, dramaturgia, figurinos, construção de silhuetas e manipulação: Maikon Rangel | Trilha sonora: Paula Reis
Duração: 02 min Classificação: Livre
Horário – 14h às 16h

LÁGRIMA – Cia Catibrum
“Lágrima” foi inspirado em “A Terceira Margem do Rio” e narra a história de um filho que acompanha o abandono do pai e do pai que abandona sua família para viver longe, no oco do rio. Após construir sua canoa entra no rio e rema, rio abaixo, rio afora, rio adentro. O filho espera. A mãe e a filha se vão. O filho espera…
Ficha Técnica: Criação e interpretação: Amaury Borges
Duração: 10 min Classificação: Adulto
Horário – 15h ás 17h

MÁQUINAS DE HISTÓRIAS – Grupo Aldeia Teatro de Bonecos
Um pequeno palco posicionado sobre uma mesa: de um lado o Manipulador, de outro, o Espectador (pessoas do público). Enquanto uma pessoa manipula objetos a partir de instruções escutadas pelo fone, a outra assiste a estas ações escutando, também por um fone, uma história narrada. O resultado é uma divertida animação de objetos que surpreende e encanta o espectador. Idéia original da “Macchina per il Teatro Inconsciente” de “La Vocedelle Cose” (Itália).
Ficha Técnica: Adaptação de textos e direção: Débora Mazochi | Locução: Affonso Júnior, Anita Fernandes e Débora Mazochi | Operador: Daniel Vieira | Produção: Anita Fernandes
Duração: 03 min Classificação: Livre
Horário: 15h às 17h

NUM PISCAR DE OLHOS – Conceição Rosière
Usando truques de iluminação, as imagens se materializam e se desfazem à vista do espectador. A música é feita na hora, pelo público, que toca uma das caixinhas de música, à sua escolha. A caixa não precisa de nenhuma conexão elétrica, mas só pode ser apresentada em locais mais silenciosos.
Ficha Técnica: Concepção, Criação e Confecção: Conceição Rosière
Duração: 40 seg Classificação: Livre
Horário: 14h ÀS 16h

O BALÃO AZUL – Grupo Circulador
O Palhaço fuzarca tenta recuperar seu balão azul. Mas para que isso aconteça ele tem que por sua cachola para funcionar… Através de um olho mágico o olhar de cada um se amplia e se depara com uma cena inusitada, apresentada dentro de um teatro minúsculo e individual.
Ficha Técnica: Manipulação, confecção e roteiro: Anderson Dias
Duração: 01 min 30 seg Classificação: Livre
Horário: 14h às 16h

O SEGREDO DA BORBOLETA – Zina Vieira
A história acontece em um jardim e mostra a transformação de uma lagarta em borboleta. Numa sucessão poética, representa-se o ciclo natural da vida e a constante transformação dos seres vivos.
Ficha Técnica: Concepção, construção, roteiro e manipulação: Zina Vieira
Duração: 2 min Classificação: Livre
Horário: 15h às 17h

PONCO VÔ – Hermes Perdigão e Aline Beatriz
Ponco Vô, um indiozinho, sempre caminhava pela mata, ouvia o som dos pássaros, o vento assoviando no bambú, parecia música um céu azulzinho, uma pintura. Próximo a sua aldeia havia um belo rio bem clarinho, cheio de lindos peixes, certo dia como de costume saiu para sua caminhada, sentiu um silêncio e um arrepio que só vendo, o céu estava bem escuro, quando ele chegou na beira, o rio havia sumido e agora Ponco Vô, assustado saiu correndo. O que será que aconteceu?
Ficha Técnica: Bonecos, manipulação e trilha: Hermes Perdigão
Duração: 1 min 20 seg Classificação: Livre
Horário: 15h às 17h

3 X 4 – Lúcio Honorato / Grupo Girino
O espetáculo 3×4 apresenta um fotógrafo lambe lambe que trabalha numa grande cidade. Seu rosto é como uma boa foto 3X4. Não sorri, não demonstra descontentamento, não esboça reação. Nas ruas, nas idas e vindas do cotidiano, seu rosto é o mesmo, nem triste, nem feliz nem nada…nada. Apenas um rosto, mais um rosto.
Ficha Técnica: Concepção, Direção e Atuação: Lúcio Honorato | Trilha Sonora: Tiago Almeida e Lúcio Honorato | Colaboração Artística: Marco Vieira
Duração: 03 min Classificação: Livre
Horário: 14h às 16h

27 DE JUNHO [ SÁBADO ]
ESPAÇO EDUCATIVO: OFICINA COM CECILIA COSTIN
Horário: 14h às 16h

27 DE JUNHO [ SÁBADO ]
CAFÉ DEBATE + LANÇAMENTO DA REVISTA ANIMA
Com o tema “Teatro em Miniatura e as possibilidades expressivas no Teatro de Animação”. Na mesma ocasião, acontece o lançamento da quarta edição da Revista Anima, com artigos de pesquisadores convidados.
Horário: 17h
Informações: www.festim.art.br/debate

Serviço:
FESTIM _ Festival de Teatro em Miniatura
Datas: 23 de junho a 05 de julho de 2015
Indicação: Livre Evento gratuito
Programação completa: www.festim.art.br

Museu Mineiro