Museu Mineiro
Exposição Rede Minas 35 anos – Seu lugar, seu mundo

Exposição Rede Minas 35 anos – Seu lugar, seu mundo

Data: 19 de dezembro de 2019 a 16 de fevereiro de 2020

Horário: Terça a sexta de 10h às 19h. Sábado, domingo e feriado de 12h às 19h

Com curadoria de José Adolfo, a exposição Rede Minas 35 anos – Seu lugar, seu mundo é a exposição comemorativa dos 35 anos da Rede Minas. De cunho cultural e educativo, a Rede Minas foi inaugurada no ano de 1984. Opera no canal 9 (17 UHF digital) e é a terceira maior emissora pública de televisão do país, retransmitindo a programação da TV Brasil e da TV Cultura, além de contar com afiliadas dentro e fora do estado de Minas Gerais.

Evento gratuito.

Exposição Não há estagnação – apenas movimentos tempestuosos

Exposição Não há estagnação – apenas movimentos tempestuosos

Data: 19 de outubro de 2019 a 16 de fevereiro de 2020

Horário: Terça à sexta de 10h às 19h, sábado, domingo e feriado de 12h às 19h

Exposição temporária de 58 artistas e mais de 60 obras do acervo dos 7 museus do estado sob a guarda e conservação da Diretoria de Museus que não se encontram em exposições permanentes. Curadoria: Rafael Perpétuo.

Evento Gratuito

Museu Mineiro recebe a exposição “Estadia2:” do Coletivo Grassar

Museu Mineiro recebe a exposição “Estadia2:” do Coletivo Grassar

O Museu Mineiro, inaugura no próximo dia 11 de maio (sábado) a exposição ESTADIA 2:  que ficará em exibição na Sala de Exposição Temporária II, com intervenções na Exposição de Longa Duração, reúne obras e intervenções utilizando  diversas técnicas como desenho, instalação, colagem e fotografia, do coletivo Grassar: ações continuadas em arte.

A mostra ESTADIA 2:  que ficará em exibição  no Museu Mineiro, até o dia 14 de julho de 2019,  tem o intuito de colocar em convívio realidades matéricas e temporais de ordens diversas, tocar camadas da memória, da história da arquitetura , a partir da potência sutil dos pontos  de contato entre as práticas artísticas do grupo e do próprio Museu.

Para o coletivo Grassar, composto pelos artistas e professores da escola de belas artes da UFMG: Daisy Turrer, Elisa Campos, Liliza Mendes, Roberto Bethônico e Rodrigo Borges  “ao operar com a noção de estadia – um estágio, uma visita, um tempo compartilhado e suas interferências no que é passageiro, n o que está em movimento, nos empenhamos numa possível ativação espaço temporal, real e simbólica. O título dado a essas experiências, com seus dois pontos sem associação com uma seqüência, afirma um convite aberto. No Museu Mineiro , buscamos construir novo exercício de presença e contato, reforçando nossos encontros com acervos museológicos”.

 

Exposição – Estadia2:

Local: Galeria de Exposições Temporias II e intervenções na Exposição de Longa Duração

             Museu Mineiro – Avenida João Pinheiro, 342, Funcionários, Belo Horizonte/MG,

Informações: (31) 3269-1103

Horário de visitação: de terça a sexta-feira – 10h às 19h | sábado, domingos  e feriados – 12h às 19h

 

Período: de 11 de maio a 14 de julho de 2019

Entrada Gratuita

 

 

 

Museu Mineiro recebe a mostra InventaRios

Museu Mineiro recebe a mostra InventaRios

O Museu Mineiro inaugura no próximo dia 11 de maio (sábado) a exposição InventaRios, que ficará em exibição na Galeria de Exposições  Temporárias I até o dia 30 de junho de 2019.

A mostra InventaRios  idealizada pelo Collectif EthnoGraphic, composto pelos artistas: Émilie Renault, Ghislain Botto e Leticia Panisset,  e participação de Paulo Baptista e Pedro Panisset, trata da construção dos sentidos da existência de um rio a partir de dois movimentos:  busca significar o rio a partir dos relatos dos habitantes sobre a água e a vida na região e o inventário da bacia do Rio Capivari realizado juntamente com os moradores da região. Esse inventário gerou a produção de mapa oficial, nomeando cerca de cinqüenta afluentes e nascentes e possibilitou a criação de um índice da situação d’água.

A mostra  InventaRios apresenta em seu acervo os seguintes trabalhos:

1 – A linha do rio e seus potes – instalação de desenho, potes de cerâmica e água coletada nos afluentes do Capivari. Os potes foram feitos por Paulo dos Santos Oliveira, da família de poteiros da comunidade do Jacú, no Serro;

2 – Itambé,mãe de todos – painel cerâmico em porcelana, desenho e esmalte, queima e redução em alta temperatura. Placa cerâmica realizada por Dimas Azevedo de Antão.

3 – Até as pedras secaram – instalação – barro, realizada por Auricélio Cardoso dos Santos.

4 – Águas que vão juntando no rio – instalção sonora contendo paisagem sonora desenvolvida por Pedro Panisset.

5 – Do conto da linha do rio – instalação de materiais gráficos sobre jirau, mesa de varas de madeira.

 

Exposição – inventaRios

Local: Galeria de Exposições Temporias I – Museu Mineiro

Avenida João Pinheiro, 342, Funcionários, Belo Horizonte/MG,

Informações:  (31) 3269-1103

Período: de 11 de maio a 30 de junho  de 2019

Horário de visitação: de terça a sexta-feira – 10h às 19h | sábado, domingos  e feriados – 12h às 19h

Entrada Gratuita

Museu Mineiro recebe a exposição “Inconfissão”

Museu Mineiro recebe a exposição “Inconfissão”

A mostra Inconfissão, nova exposição de Rosângela Dorazio,  ficará em exibição na Sala de Exposições Temporárias II do Museu Mineiro em Belo Horizonte, até o  28 de abril de 2019, com entrada gratuita.

A artista já participou de várias mostras coletivas e individuais, no Brasil e no exterior, mas essa é a primeira vez que exibe seus trabalhos em Belo Horizonte, cidade em que viveu entre 1979 e 1984, depois de deixar sua cidade natal, Araguari. Rosângela morou também na Espanha e na Alemanha, antes de se radicar em São Paulo, onde desenvolve consistente trabalho artístico.

O processo criativo da artista começa com o registro fotográfico de paisagens sobre as quais interfere com goivas e buris, atacando com o corte o que ali existia. Ela cria imagens para serem desfeitas e transforma a fotografia e a gravura em peça única. Também desenha árvores originárias da flora nacional com nanquim e depois as mancha com café, apagando parte da representação existente. Ao desmanchar o que foi previamente elaborado visualmente, a artista explicita a ação do tempo, deixando claro que tudo que agora está aqui, um dia não estará. Na mostra temporária do Museu Mineiro serão exibidos 11 desenhos, um trabalho em fotografia de grande dimensão, uma instalação e uma projeção em vídeo.

Para Rafael Perpétuo, coordenador do Museu Mineiro: “o gesto de Rosângela Dorazio, no doce movimento do afiado instrumento, violenta e atormenta aquela paisagem estática, dando a ela, nova visualidade carregada do gestual. A artista pinta com o corte seco e tortuoso sobre a superfície, anulando ou descartando, a imagem que ali estava entediada… Também corta, interfere, transforma a matéria de forma indelével, a matar o que deve ser descartado. Porém, Rosângela está além, é para sacrificar a fatura que os mais puros consideram pronta, em prol do risco.”

Para a artista: “Inconfisão junta as palavras inconfidência, relacionada à traição, com confissão, algo que depende de confiança. Juntei estas palavras sagradas no imaginário mineiro para me reconciliar com as minhas origens… Passei um longo período de quase 30 anos sem retornar à Belo Horizonte. Durante muitos anos tive sonhos recorrentes com o Parque Municipal, com as cores e a  paisagem dali. Para a exposição do Museu Mineiro fotografei o local para fazer um grande painel que foi cortado pelos instrumentos de gravura e desenhei árvores do mesmo lugar, borradas pelo café.  No centro da sala, em uma caixa de goiabada, coloco o peso do meu coração, da terra tirada da casa onde nasci. Falo de questões agrárias, da parte que me cabe, do exílio voluntário, das memórias e dos afetos. São reflexões sobre a vida, a morte, as transformações que executamos em relação a nós e à natureza. Acolho no interior da arquitetura, a fauna que foi atacada pelo corte e pelo líquido.”

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Rosângela Dorazio (Araguari-MG, 1963) reside e trabalha em São Paulo. Em 1997, se formou em Artes Plásticas pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo. Participou de exposições Individuais e projetos especiais como: Pontos de Vista (2017, Gaby Índio da Costa Arte Contemporânea, RJ); Paisagem, Natureza Morta e Retrato (2015, Galeria Rabieh, SP);  Residência artística na Floresta Nacional de Ipanema (2015); Estudos, Esboços e Ensaios Poéticos Sobre Arquitetura e Territórios Afins (2014, Galeria Carbono, SP); O Que Sobra (2013, Galeria Lourdina Jean Rabieh, SP); Escalavro e Entorno (2012, SESC, Casa Amarela, Recife); E Já Não Está (2012, Gravura Brasileira, SP); Pelas Paredes (2009, D-Concept Escritório de Arte, SP);  Pintura Sobre Mala Direta (2009, Sala Recife, PE);  2 Mostras do Programa de Exposições (2005, Centro Cultural São Paulo), Ausentes (2004, Galeria Virgílio, SP); Projeto Out Door (1997, Galeria Luisa Strina, SP). Ganhou prêmios de residência artística Floresta nacional de Ipanema (2015), Ocupação do Teatro Pollytheama (2013), II Concurso Itamaraty De Arte Contemporânea (2012), 28a Anual da FAAP – Bolsa de estudos (1996). Possui obras em Coleções Públicas como: MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, ICPNA – Instituto Peruano Norteamericano, Pontifícia Universidade Católica del Peru, MAC Americana, MAC Dragão do Mar de Fortaleza, SESC Paulista e MACS – Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba. Participou de 18 exposições coletivas no Brasil, Peru e Alemanha.

Museu Mineiro inaugura novas instalações e estreia exposição de longa-duração

Museu Mineiro inaugura novas instalações e estreia exposição de longa-duração

O próximo sábado (15) será de intensa programação no Museu Mineiro, equipamento cultural integrante do Circuito Liberdade. Na ocasião, a Superintendência de Museus e Artes Visuais inaugura a nova exposição de longa-duração, intitulada Minas das Artes, Histórias Gerais. Haverá ainda a abertura da mostra temporária de fotografias Fé e Devoção no Sertão de Rosa, o lançamento do novo portal do Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais (SEMMG) e o recebimento da Coleção de Imagens de Devoção Popular, com 269 peças dos séculos 18 e 19. Também serão comemorados o término da pintura da fachada da instituição; os lançamentos do catálogo da exposição de longa-duração do Museu Casa Alphonsus de Guimaraens, intitulada a Alphonsus de Guimaraens, poeta do luar; e de publicações do Museu Casa Guignard e do Centro de Arte Popular. O público será recebido com apresentação musical de Vitor Santana e banda, com clássicos da MPB e do Clube da Esquina. A programação se inicia às 11h e tem entrada gratuita.

 Depois de expandir sua área de convivência e passar por renovação de sua infraestrutura, com investimentos em sistema de segurança, instalações elétricas e luminotécnicas, restauração de elementos artísticos, sinalização, recuperação de pisos e da pintura interna e externa, o Museu Mineiro recebe sua nova exposição de longa-duração, cujo conceito traz a História de Minas Gerais entremeada com seu acervo. Peças que jamais foram expostas ou que há muito estavam guardadas na reserva técnica serão exibidas, como oratórios médios instalados na Sala das Colunas, da bandeira de triângulo verde dos Inconfidentes e das pinturas monumentais de Di Cavacanti e Caribé, expostos na Sala Minas Gerais: original e múltipla. O processo curatorial foi coordenado pela Superintendente, Andréa de Magalhães Matos e pelo Coordenador do Museu Mineiro, Vinicius Duarte. As ações foram viabilizadas através de patrocínio da CEMIG, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

 O desenho expográfico da exposição Minas das Artes, Histórias Gerais tem a seguinte composição:

 Sala Minas Gerais: original e múltipla – traz a cronologia da história da formação da cultura mineira; objetos históricos, com destaque para a bandeira dos Inconfidentes; e pinturas monumentais, como Cena de Garimpo de Emiliano Di Cavalcanti (1957, óleo sobre tela) e Guerra dos Emboabas de Carybé (1962, óleo sobre tela).

  • Sala As Capitais – exibe pinturas referentes às três cidades que já foram capitais do Estado de Minas Gerais (Mariana, Ouro Preto e Belo Horizonte), com destaque para o Panorama de Mariana de Alberto Delpino (1931, óleo sobre tela), Procissão em Ouro Preto de Renato de Lima (década de 1970, óleo sobre tela) e Comissão Construtora da Nova Capital de Henrique Oswald (século 19, óleo sobre tela), onde se vê o engenheiro e urbanista Aarão Reis mostrando sua famosa planta da Cidade de Minas, que iria se tornar Belo Horizonte.
  • Sala Mestre Ataíde e Santeiros Populares – homenageia o grande pintor barroco, com a exibição do conjunto de seis telas de cavalete, que faziam parte da capelinha da Fazenda de Cima, em São Domingos do Prata, de propriedade do Sr. José Marques. Em 1986, após oito anos de negociações e pesquisas, o Governo do Estado adquiriu as seis telas, por intermédio da Rede Manchete Minas, transferindo-as para o Museu Mineiro. Nessa sala será abrigada também a Coleção de Imagens de Devoção Popular recém-incorporada ao acervo do Museu Mineiro.
  • Sala das Colunas – local dedicado à exibição de peças de arte sacra, a maioria datada dos séculos 18 e 19, resultado do trabalho de artistas portugueses e brasileiros. São imagens, objetos de culto, fragmentos de altares e mobiliário provenientes de igrejas paroquiais, capelas, ermidas e residências particulares que, embora continuem sendo para alguns objetos de fé e devoção, passam a assumir o caráter de obra de arte ao serem incorporadas à exposição de longa-duração. Para desenvolvimento desse módulo, buscou-se a narrativa histórica, tendo como fio condutor a trajetória de Jesus Cristo, figura central do cristianismo.
  • Sala das Sessões – recebeu o acervo pictórico mais antigo do Museu Mineiro, com características clássicas ou acadêmicas. Entre as obras expostas destacam-se: A Má Notícia de Belmiro de Almeida (1897, óleo sobre tela); Retrato de Jovem (1886, óleo sob tela) e O Pastor egípcio (1887, óleo sob tela) de Honório Esteves; Fazenda da Borda (1921, óleo sobre tela) de Anibal Mattos; Morro do Castelo (1920, óleo sobre tela) de Genesco Murta.
  • Sala Jeanne Milde – o Museu Mineiro homenageia a grande escultora belga, naturalizada brasileira, dando seu nome à sala que abriga o acervo da instituição datado do fim dos anos 1920 em diante. Nesse espaço estão obras de influência do Art Deco, Fauvismo, Cubismo, Concretismo, Abstração Geométrica, entre outras correntes artísticas do modernismo. Há obras de Guignard, Amilcar de Castro, Érico de Paula, Fernando Pierucetti, Álvaro Apocalipse, Solange Botelho, Chanina, Teresinha Veloso, Nello Nuno, Inimá de Paula, Carlos Wolney, Marcos Coelho Benjamin, Márcio Sampaio, Mário Silésio, Celso Renato, Lótus Lobo, Ana Amélia, Maria Helena Andrés e Sara Ávila, entre outras.

 As novas instalações do Museu Mineiro são motivo de comemoração pelo secretário de Estado de Cultura de Minas Gerais, Angelo Oswaldo. “Ao visitar o Museu Mineiro, o espectador irá surpreender-se com a qualidade do trabalho realizado e o êxito da nova configuração do espaço e da expografia. Numa época de evidentes dificuldades, tragicamente marcada pela destruição do Museu Nacional, Minas Gerais reafirma o papel histórico de oferecer exceções e referências. Assinala-se aqui, singularmente, mais uma contribuição genuína dos mineiros e das mineiras à cultura do Brasil e à salvaguarda e fruição do nosso patrimônio”.

 Para Andréa de Magalhães Matos, Superintendente de Museus e Artes Visuais, os resultados são igualmente positivos. “Esperamos que possamos contagiar com nosso contentamento todos os visitantes que nos derem a honra de sua presença”.

 A Coleção de Imagens de Devoção Popular é composta de 269 obras de pequeno porte esculpidas em madeira, por santeiros anônimos de Minas Gerais durante os séculos 18 e 19. O artista plástico e colecionador José Alberto Nemer reuniu as peças ao longo de mais de cinquenta anos, desenvolvendo extenso trabalho de pesquisa e documentação. Com isso, pela primeira vez em sua história, a instituição abre espaço para a arte popular dentro de sua mostra de longa-duração.

 A mostra Fé e Devoção no Sertão de Rosa será exibida na Galeria de Exposições Temporárias do Atrium do Museu Mineiro e traz uma seleção de 47 fotos de autoria de Ronaldo Alves. São registros de congadas e folias de reis da região de Cordisburgo, que confirmam o que disse João Guimarães Rosa: No sertão, até enterro simples é festa”.

 Outra entrega será o lançamento do catálogo da exposição Alphonsus de Guimaraens, poeta do luar, recentemente aberta em Mariana no museu em homenagem ao grande poeta simbolista, e do lançamento em Belo Horizonte da Edição Fac-similar do Livro de Ouro mantido por Guignard entre 1937 e 1959. O Livro de Dedicatórias para Guignard é composto por cartas, bilhetes, poemas, desenhos e outras homenagens prestadas por seus amigos, alunos e admiradores e está acompanhado de encarte com a transcrição de todo o seu conteúdo. Por fim, catálogos das últimas exposições do Centro de Arte Popular também estarão disponíveis ao público.

SERVIÇO

  •  Abertura da exposição de longa-duração Minas das Artes, Histórias Gerais
  • Comemoração da incorporação da Coleção de Imagens de Devoção Popular à exposição, disponibilizada em comodato pela CODEMGE
  • Abertura da mostra temporária de fotografias Fé e Devoção no Sertão de Rosa de Ronaldo Alves
  • Comemoração do término da pintura da fachada do Museu Mineiro
  • Lançamento do site do Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais (SEMMG)
  • Lançamento de publicações sobre os museus da SUMAV
  • Apresentação musical de Vitor Santana e banda.
Museu Mineiro recebe a exposição Notas de Viagem: Brasil – Moçambique

Museu Mineiro recebe a exposição Notas de Viagem: Brasil – Moçambique

O Museu Mineiro inaugura no próximo dia 29 de novembro (quinta-feira), às 19 horas, a exposição Notas de Viagens: Brasil – Moçambique, que ficará em exibição na Galeria de Exposições Temporárias I, a partir do dia 30 de novembro de 2018.

Notas de Viagens: Brasil – Moçambique apresenta ao público o registro da experiência do “Patrimônio Cultural e Sustentabilidade”, um projeto CAPES-AULP, desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais e Universidade Eduardo Mondlane. A exposição é uma referência direta aos relatos de experiências dos professores e estudantes envolvidos no projeto, uma maneira de contar, a partir de um contato afetivo-fotográfico para o patrimônio cultural vivenciado em ambos os países. Esta mostra é um olhar para a arquitetura, monumentos, festas, brincadeiras das crianças, retratos de mulheres e crianças, para os saberes fazer da cultura tradicional, entre outras experiências que aproximam culturalmente estes dois países.

Notas de Viagens: Brasil – Moçambique tem a curadoria de Rita Lages Rodrigues, Carolina Ruoso, Adolfo Cifuentes e a participação dos fotógrafos: Alexandre Costa, Ènio Tembe, Ieda Lagos, Flávio Lemos Carsalade, Heloísa Nascimento, Valdo de Jesus Nunes, Yacy Ara Froner. A assistência de curadoria da exposição é um trabalho de formação dos estudantes de Museologia da UFMG em teoria e curadoria de exposição e contou com a participação dos alunos do Curso de Museologia da UFMG: Daniela Barbosa, Lorena Costa, Igor Costa, Maria Bernardete Assis,

A exposição Notas de Viagens: Brasil – Moçambique tem entrada gratuita e ficará em exibição no Museu Mineiro, até o dia 7 de fevereiro de 2019.

 SOBRE O PROJETO

O projeto Patrimônio e Sustentabilidade: uma ação integrada entre Brasil e Moçambique – foi coordenado por Yacy-Ara Froner, professora de Teoria e História da Arte da Escola de Belas Artes e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável da Universidade Federal de Minas Gerais. O projeto aconteceu entre os anos de 2014 e 2018, através do intercâmbio entre estudantes e professores brasileiros e moçambicanos das universidades Universidade Federal de Minas Gerais e Universidade Eduardo Mondlane. O intercâmbio consistiu em ações de formação profissional em patrimônio cultural, em especial no campo da teoria-crítica e da preservação do patrimônio cultural. Teve também uma grande preocupação nas trocas de experiências a respeito das histórias de políticas de patrimônio cultural entre os países envolvidos.

Museu Mineiro recebe a mostra “Tempo” da  artista plástica Betânia Silveira

Museu Mineiro recebe a mostra “Tempo” da artista plástica Betânia Silveira

O Museu Mineiro recebe a mostra “Tempo” da artista plástica Betânia Silveira que ficará em exibição na Galeria de Exposições Temporárias I,  de 17 de maio a 8 de julho de 2018. Entrada Gratuita.

Betânia Silveira construiu sua trajetória profissional e acadêmica direcionada às artes, com ênfase em cerâmica, escultura, instalação e multimídia. Explora materiais recolhidos da natureza: plantas mortas ou em processo de descarte, argila, ar e calor para liquefazer o minério e dar forma a sua obra.

As obras que irão compor o acervo da exposição são resultado de uma pesquisa plástica densa, profunda e particular, que vem sendo desenvolvida pela artista há mais de uma década. Betânia apropria-se de tramas vegetais encontradas prontas e raízes que geram outras urdiduras, resultando em objetos de cerâmica cujos entrelaçados realizam percursos orgânicos e caóticos, desenhos tridimensionais que constroem volumes, pontes de ar em caminhos de pedra, como a própria artista define o seu trabalho.

Sobre o título dado a exposição, Betânia explica que “O tempo é para este projeto o elemento constante que age sobre todas as formas. É o tempo da minha existência que propicia deleites e dor, o tempo da matéria viva que morre e é recolhida, é o tempo de preparação do barro e da forma, tempo de modelagem, tempo de secagem, o tempo da argila que se transforma fisico-quimicamente e o do fogo que lentamente ganha potência e, na mesma intensidade, consome materiais e realiza outras materialidades”.

Durante o período da mostra os visitantes interessados em se aprofundar um pouco mais, poderão desfrutar de visitas mediadas ofertadas pelo Programa de Educação do Museu Mineiro. A mostra Tempo tem entrada gratuita e ficará em exibição até o dia 8 de julho de 2018.

SOBRE A ARTISTA

Maria Betânia Silveira – É artista plástica e professora de cerâmica desde 1988. Possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1982), Especialização em Cerâmica pela Universidade de Passo Fundo, RS ( 1996), Mestrado em Artes pela Universidade de São Paulo, ECA/USP (2006) e Doutorado em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis (2014). É professora no Curso de Artes Plásticas da Escola Guignard, Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG – desde 2014. Ministrou aula, por seis anos, até 2011, no Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina, nos cursos de bacharelado e licenciatura em Artes Visuais, em Florianópolis. Atuou, por doze anos, como orientadora da oficina de cerâmica do Departamento Artístico Cultural da Universidade Federal de Santa Catarina, em cursos de extensão e, igualmente, na Oficina de Cerâmica do Centro Integrado de Cultura (CIC), ambos em Florianópolis. desenvolve pesquisa na área de Artes, com ênfase no campo da tridimensionalidade, através de experiências com a cerâmica, outros materiais moldáveis, vídeo , fotografia, multimídia e performance. Participou de várias exposições coletivas e individuais em instituições e galerias do Brasil e exterior.

Local:  Museu Mineiro - Galeria de Exposições Temporárias I

Av. João Pinheiro, n. 342 – Belo Horizonte – Minas Gerais

Período exposição: 17 de maio a 8 de julho de 2018

Horário de Visitação: Terça, Quarta e Sexta – de 10h às 19h | Quinta – de 12h às 21h| Sábado, domingo e feriado – de 12h às 19h

ENTRADA GRATUITA 

Museu Mineiro recebe a exposição Marcelo Lago – Esculturas

Museu Mineiro recebe a exposição Marcelo Lago – Esculturas

O Museu Mineiro recebe pela primeira vez obras do escultor fluminense Marcelo Corrêa do Lago, que comemora, em 2018, 35 anos de carreira. A mostra Marcelo Lago – Esculturas será inaugurada no dia 10 de maio e ficará em exibição na Galeria   de Exposições II do Atrium até o dia 9 de agosto de 2018.

Marcelo Lago tem uma trajetória dinâmica e inventiva, atuou como gestor cultural em diversas instituições, é professor de escultura contemporânea, curador e, como artista, possui uma sólida investigação no processo escultórico. Suas obras passeiam por temas políticos e autobiográficos, que se relacionam com a pesquisa sobre a materialidade e temporalidade dos objetos. Explora materiais como o cimento, fibra de vidro, PVC e tinta automotiva com os quais constrói  composições e assemblages em narrativas híbridas.

Entusiasmado por apresentar suas obras ao público mineiro, Marcelo Lago trará a Belo Horizonte uma amostra de seu acervo pessoal que expressa a diversidade de materiais e ideias trabalhados por ele ao longo de sua carreira. São séries como a intitulada “Intervenções Cromáticas”, que tem como destaque a obra “Poema Paralelo em Azul” (1995), que explora a combinação de elementos bidimensionais e tridimensionais, em cores e formas. Ao todo, a mostra será composta por três instalações, duas esculturas de médio porte e uma escultura interativa, que promete convocar o visitante à participação.

Durante o período da mostra os visitantes interessados em se aprofundar um pouco mais, poderão desfrutar de visitas mediadas ofertadas pelo Programa de Educação do Museu Mineiro. A mostra Marcelo Lago – Esculturas tem entrada gratuita e ficará em exibição até o dia 9 de agosto de 2018.

SOBRE O ARTISTA:

Marcelo Corrêa do Lago (1958) – Escultor fluminense, mora e trabalha em Petrópolis desde 1984, onde além do atelier, desenvolve atividades como professor de escultura contemporânea, curador e produtor cultural. Estudou no Parque Lage com Celeida Tostes e Cláudio Kuperman, e no Atelier de Escultura do Ingá com Haroldo Barroso e Alair Gomes. Participou também de grupo de estudos com Paulo Garcez. Criou e dirigiu o Atelier Livre de Petrópolis em 1989, um espaço dinâmico de criação, educação e divulgação da arte contemporânea, que reeditou em 2014 com o apoio da Prefeitura Municipal de Petrópolis. Com cursos, workshops e exposições, o evento contou com grandes nomes das artes plásticas brasileiras. Participou da icônica exposição “Como Vai Você Geração 80?”, na EVA do Parque Laje no Rio de Janeiro. Suas peças integram-se à paisagem urbana, como “Intervenção Vermelha”, grande tubo de aço pintado que durante oito anos “abraçou” toda a fachada da Casa de Cultura Laura Alvim, na praia de Ipanema, ou o “Grande Painel Azul” que foi feito para sua primeira exposição no Paço Imperial no Rio de Janeiro. Tem trabalhos também no jardim da PUC Rio, na Praça Paris, Centro do Rio e no metrô Barra Funda, em São Paulo. O artista já participou de exposições no Museu da Republica, MAM, Centro Cultural Hélio Oiticica, Museu de Belas Artes, entre outros.

Local: Atrium – Galeria de Exposições Temporárias II

Museu Mineiro, Av. João Pinheiro, n. 342 – Belo Horizonte – Minas Gerais

Período exposição: 11 de maio a 9 de agosto de 2018

Horário de Visitação: Terça, Quarta e Sexta – de 10h às 19h | Quinta – de 12h às 21h| Sábado, domingo e feriado – de 12h às 19h

ENTRADA GRATUITA 

Museu Mineiro recebe a mostra “Catas Altas do Matto Dentro – Minas Geraes”, de Fatima Pinto Coelho

Museu Mineiro recebe a mostra “Catas Altas do Matto Dentro – Minas Geraes”, de Fatima Pinto Coelho

O Museu Mineiro realizará, em 15 de março (quinta-feira), às 19h, lançamento conjunto do livro de poesia e da instalação intitulados Catas Altas do Matto Dentro – Minas Geraes, da artista e escritora Fatima Pinto Coelho.

O livro conjuga poesia, desenho e fotografia para uma recuperação da paisagem física e humana de um pequeno povoado do Quadrilátero Ferrífero arruinado pela mineração. Catas Altas, fundada no pé da Serra do Caraça durante o ciclo do ouro, é o eixo em torno do qual se organizam as duas partes da obra.

A primeira parte é composta por poemas escritos por Fatima Pinto Coelho como artista integrante da “Equipe da Serra”, coletivo que participou da XIV Bienal Internacional de São Paulo (1977). Os textos foram escritos nos anos 1970, quando a autora revisitou a cidade que havia conhecido como menina vinte anos antes, e entrelaçam abusca da história afetiva e familiar em Catas Altascom o estado de abandono do município.

A segunda parte foi escrita nos últimos anos, quando Fatima Pinto Coelho retoma o olhar crítico sobre a cidade, repaginada agora como destino turístico da Estrada Real. Os poemas são perpassados por uma inquietação que se torna premonitória: quando o livro estava quase pronto, o rompimento da barragem de Fundão, no município vizinho de Mariana, transforma o entorno da Serra do Caraça no epicentro do que vem sendo considerado o maior desastre ambiental da história do Brasil.

A mostra  segue a divisão do livro. Já na entrada, o espectador será recebido por uma potente instalação composta por um catre disposto sobre um tabuado de madeira, peças típicas do mobiliário mineiro. Nesse “ambiente doméstico” dorme sobre a cama, inerte, um grande volume de minério de ferro bruto.

Uma vitrine exibirá um conjunto de documentos: fotos de época, a carta redigida por Pedro Nava, o catálogo da Bienal de São Paulo e uma coleção de espelhos de fechaduras. A expografia está estruturada de forma a permitir ao público presente o avanço e recuo no tempo de exploração mineral, por meio de narrativas memorialísticas das catas altas, traduzidas em uma potente conjugação de textos e imagens.

A mostra Catas Altas do Matto Dentro – Minas Geraes tem entrada gratuita e ficará em exibição na Sala de Exposições Temporárias I de 16 de março a 8 de maio de 2018.

SOBRE A ARTISTA

FATIMA PINTO COELHO – Nasceu em Belo Horizonte em 1951. Formou-se em Belas Artes na Escola Guignard em 1975, com especialização em escultura. No mesmo ano, cursou estudos pedagógicos na Faculdade de Educação da UFMG.  Participou da Bienal Internacional de São Paulo em 1977 com o trabalho Catas Altas do Matto Dentro – Minas Geraes. Trabalhou com Arte-Educação de 1971 até 1999.

Fundou e dirigiu a Galeria de Arte Gesto Gráfico, a primeira galeria de arte contemporânea do estado de Minas Gerais, de 1980 até 2009. Realizou a primeira exposição de esculturas de Amilcar de Castro no Brasil, em 1980, seguida por outras três exposições individuais do artista. Trouxe para Minas Gerais artistas consagrados como Franz Weissmann, Tomie Ohtake e Arthur Luiz Piza.

Lançou para o público mineiro grandes nomes das gerações 80 e 90 como Leonilson, Ana Horta, Emmanuel Nassar, Daniel Senise e Nuno Ramos. Atualmente mora e trabalha em Nova Lima, onde mantém um Escritório de Arte e prepara seu próximo livro.

 

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